como tirar filhotes de coleiro

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como tirar filhotes de coleiro

Mensagem por kassiano manhaes siqueira em Sab Jan 18, 2014 11:16 am

Boa tarde,se possivel quero informação de como tirar filhotes de coleiro.

desde ja obrigado.

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Re: como tirar filhotes de coleiro

Mensagem por Cissa Sousa em Sab Jan 18, 2014 2:29 pm

Movido para silvestres,coleiro.


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Re: como tirar filhotes de coleiro

Mensagem por Julia em Sab Jan 18, 2014 5:44 pm

Olá Kassiano,

Normalmente de Novembro a Abril que se reproduzem, mas depende muito de cada região. 
Cuidados Básicos: -Alimentação balanceada dos pais, troca das sementes, verduras e frutas a disposição.
-Higiene total, poleiros, gaiolas tudo tem que ser limpado diariamente.
-Saúde é o mais importante, os pais não podem apresentar nenhuma doença.
-Local onde eles vivem tem que estar em um lugar bem arejado, onde não tenha correntes de ar e o local não pode ser muito úmido nem muito quente. Não pode haver movimentação e ficar trocando a gaiola direto.
Aprontando os pais:
-Dê sempre banho de sol pela manhã.
-Os ninhos podem ser de curió ou pássaros menores.
-Deixe os materiais necessários para poderem fazer o ninho.
-Convém fazer a camuflagem com plantas artificiais que darão à a fêmea uma sensação de maior proteção.
-Machos e fêmeas devem ser mantidos em confinamento visual durante o ano, sendo que as fêmeas podem ver-se somente durante a estação de descanso. Ao se aproximar o inicio da época de reprodução, as fêmeas devem ser transferidas para gaiolas individuais. A presença de muitos machos no recinto de criação acaba dificultando a mesma, já que as fêmeas de coleiro escolher seu parceiro pelo canto.
Os ovos e os filhotes
-Costumam efetuar a postura entre o segundo e o quarto dia depois de cruzadas. Põem até três ovos.
-Os filhotes nascem com cerca de 13 dias depois do choco. Podem ser anilhados do quarto ao sexto dia. Voam do ninho por volta do décimo quinto dia.
-Os coleiros podem ser separados da mãe por volta dos 35-40 dias de vida, e nesse período já podem se alimentar sozinhos.
-A partir do primeiro mês de vida começam a cantar.
-Atingem a maturidade sexual por volta dos 11 ou 12 meses de vida.

Atenciosamente.


''Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por
dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível.''

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Re: como tirar filhotes de coleiro

Mensagem por Moisés Marcilio em Dom Jan 19, 2014 11:36 am

ATENÇÃO

Esse dispositivo deve ser arrumado dois meses antes do inicio da estação reprodutiva, para evitar que as fêmeas estranhem o local. Deve ser ministrado vermífugo para todos os pássaros no inicio de agosto, e repetido 20 dias depois. Não se deve permitir a entrada no criatório de novas aves ou de pessoas estranhas aos pássaros durante o ciclo reprodutivo, que vai de setembro a abril.

Costumo ministrar Protovit Pedriátrico e Avitrin E por 20 dias seguidos, para todos os galadores e fêmeas, durante o mês de agosto.

Durante todo o período reprodutivo, administro, ainda, umas 3 gotas em cada bebedouro, de Cetiva AE por semana, para todo o plantel.

Os coleiros machos galadores devem ser mostrados por alguns momentos para as fêmeas quando se aproxima a estação reprodutiva, para despertar o instinto sexual.

As fêmeas devem ouvir o canto dos machos galadores.

Há machos que não suportam bem a vida nas prateleiras, esfriando e perdendo o interesse por fêmeas.

Esses devem ser mantidos em outro ambiente, sendo trazidos para a prateleira apenas para galar. É desejável, no entanto, que continuem ouvindo as fêmeas e sendo ouvido por elas.

Deve-se observar o máximo de higiene com gaiolas, ninhos e alimentos. Uma boa farinhada deve ser mantida nos comedouros.

NINHOS

No inicio de setembro, os ninhos próprios para coleiros devem ser colocados nas gaiolas das fêmeas. São melhores os confeccionados com bucha vegetal e revestidos com tecido de algodão na fixação à armação de arame, facilmente encontrados em lojas especializadas.

Devem ser instalados no fundo da gaiola, no compartimento oposto ao que será usado para a entrada do galador e em um nível ligeiramente mais baixo que o do poleiro mais alto, para evitar que a fêmea empolere nele para dormir, defecando em seu interior. Embora não seja fundamental, por fora da gaiola pode ser colocada uma proteção que aumente a privacidade da fêmea, melhorando sua sensação de segurança para chocar.

Existem cartões feitos de bucha vegetal vendidos em lojas especializadas. Alguns ramos de vegetais artificiais também podem ser usados. O emprego de bucha vegetal no ninho e na proteção é recomendado por facilitar a circulação de ar, ser lavável e apresentar um aspecto natural. As fêmeas deverão estar com as unhas aparadas, pois unhas compridas podem enroscar na forração do ninho arrastando-a para fora. Também podem ferir filhotes.

Colocar a disposição da fêmea um maço de raízes de capim ou fibras de côco cortado, ou ainda fibras de cizal, para que a fêmea prepare seu ninho para postura.


FÊMEA APRONTANDO

Nota-se que uma fêmea está se aprontando para a reprodução quando ela inicia a organização do seu ninho. Ela limpa o ninho todo, retirando cascas de grãos e algumas fezes secas. Começa a puchar com o bico o material fornecido - capim, cizal ou raiz - e levá-lo para o ninho. Deita-se no ninho, ajeitando o material, rodopiando sobre ele. É o que chamamos vulgarmente de "rodar o ninho".

Outro sinal importante: neste período, a fêmea aumenta substancialmente o consumo de água, indicando que está na fase que chamamos de início do "cio". Esse momento é fundamental para o manejo reprodutivo do coleiro.

Deve-se observar a fêmea quando aproximamos o macho galador. O macho estufa as penas e canta para impressionar a fêmea. A fêmea baixa as asas, fecha os olhos e toma uma postura receptiva, em formato de "V". Esse é o momento em que ela aceitará o macho. Se o momento for perdido, provavelmente teremos uma postura de ovos claros ou brancos.


CUIDADO

Se o macho for colocado antes da fêmea aceitá-lo (ou pedir a gala) é briga certa. Algumas fêmeas mais agressivas podem ser mudadas de ambiente para a gala, pois diminuem o seu instinto territorialista. Fêmeas mais agressivas não devem ser acasaladas com machos inexperientes, pois esses poderão ficar inibidos para a reprodução. Uma forma muito interessante é tentar colocá-los para cruzar pela manhã, bem cedo, quando o dia está clareando.

A GALA

Posicionamos as gaiolas lado a lado, com as janelas dos passadores laterais alinhadas e com a divisória impedindo que o casal se veja. Retiramos a divisória vagarosamente por um momento e observamos a reação da fêmea. Observe que por vezes ela baixa, mas fica observando o macho. É sinal de que ainda não está totalmente receptiva e que poderá atacar o macho. Quando está realmente pronta, ela baixa, levanta bem a cauda, colocando-se em posição de "V", e costuma fechar os olhos.

Se pedir gala, abrem-se os passadores e permite-se a entrada do macho galador na gaiola da fêmea. Se tudo correr bem a gala é muito rápida. O galador retorna rapidamente para sua gaiola.

Colocamos imediatamente a divisória da gaiola da fêmea, separando o casal. Há necessidade de treinarmos os galadores nesse manejo. Fazemos várias passagens empregando uma gaiola de reprodução vazia para que ele se acostume com dimensões, posições dos poleiros e porta do passador.

Conforme mencionado anteriormente, no amanhecer tem-se o momento mais adequado para a gala. É comum uma fêmea baixar no primeiro dia e só aceitar o macho no segundo.

Algumas fêmeas aceitam a gala mais de uma vez por dia e por dois ou tres dias. Há fêmeas que após serem galadas uma única vez, não aceitam mais o macho.

Alguns machos se permanecerem muito tempo perto de fêmeas no cio perdem o interesse. Melhor levá-los para perto das fêmeas somente para galar.

Somente a observação e o conhecimento do plantel permitirão atender a individualidade de cada pássaro. Procure conhecer seus pássaros registrando anotações de tudo o que for observado.

Machos que não concluíram bem a muda de penas costumam apresentar problemas de fertilidade. Um macho deve cobrir apenas uma fêmea por dia. Normalmente uma cobertura é suficiente para cada postura.

A maioria dos criadores costuma permitir duas galas, em dois dias seguidos ou uma pela manhã e outra à tarde. Não costumamos repetir a gala se a observação mostrou que tudo correu bem.

Costuma acontecer com alguns coleiros machos galadores novos, que ainda estão inexperientes, a galada falsa: eles sobrevoam a fêmea, porém, no momento do "encontro das cloacas", ou ele ou ela saem antes do tempo, gerando, com isso, ovos brancos colocados pelas fêmeas.

A galada bem feita é aquela em que o coleiro galador, ao final de todo o processo, dá aquela encostada na cloaca da fêmea (o que, vulgarmente, chamamos de "selada"), quando, geralmente, ele projeta o corpo um pouco para trás.

O coleiro galador novo aprende com a prática, aperfeiçoando seu instinto reprodutor. Logo, o ideal é utilizá-lo com fêmeas mais experientes, mais tranquilas, daquelas que costumam pedir gala fácil e, digamos, dão todo o tempo do mundo para eles aprenderem logo.


POSTURA

Dois ou tres dias após a gala tem início a postura. Se a fêmea iniciar o choco após a postura do primeiro ovo devemos remover o ovo com muito cuidado e substituí-lo por um indez de plástico (a venda nas lojas do ramo). O ovo retirado deve ser armazenado em local seco e fresco, sobre sementes de arroz descascado muito limpas, sendo virados duas vezes por dia. Quando a fêmea tiver botado o último ovo recolocamos o que foi retirado, de modo a que todos os filhos nasçam no mesmo dia. A postura normal é de 2 ovos e excepcionalmente 3.

Observar dificuldades com a postura permanecendo em condições de prestar socorro para fêmea com “ovo atravessado”.

É comum uma fêmea botar e não iniciar o choco, ou mesmo largar o choco nos primeiros dias, principalmente se a fêmea for nova.

Nesse caso a solução é a passagem dos ovos para outra fêmea ou mesmo para fêmeas de Manon (são ótimas amas), ou ainda canárias do reino. O uso de chocadeira com viragem automática para ovos de pássaros apresenta bons resultados. O período de incubação varia de 12 a 14 dias, sendo mais comum a eclosão no 14º dia.


NASCIMENTO

Após o nascimento, a fêmea normalmente cuida sozinha dos filhotes, e só devemos intervir se algo de errado estiver acontecendo. No entanto, os filhotes também podem ser mantidos em incubadoras, a uma temperatura de 33 graus, sendo alimentados com papas produzidas pela industria especializada com o auxilio de uma seringa.

Muitos criadores incluem antibióticos na farinhada que alimentará os filhotes para evitar diarréias. Pessoalmente entendo que a manutenção da higidez do plantel e do criatório por si só garantem o sucesso da reprodução.

Há necessidade de muita observação nesse período. Os filhotes não podem passar fome ou frio. Se a fêmea não os estiver alimentando suficientemente, complemente sua dieta com papas e seringa. Nunca sacie totalmente o filhote, pois esse passaria a não pedir comida à mãe, que acabaria por esquecê-lo.

Substitua o ninho por outro higienizado sempre que notar que o atual está comprometido.


ANILHAMENTO

No 5 º ou 6° dia efetua-se o anilhamento.


Espero Ter Ajudado!

Moisés Marcilio
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Re: como tirar filhotes de coleiro

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