LIZARD CANÁRIO CLUBE DE PORTUGAL E A ORNITOLOGIA - Boletim informativo nº 12

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LIZARD CANÁRIO CLUBE DE PORTUGAL E A ORNITOLOGIA - Boletim informativo nº 12

Mensagem por Pedro Boavida em Qui Dez 05, 2013 9:18 am

LIZARD CANÁRIO CLUBE DE PORTUGAL E A ORNITOLOGIA
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LIZARD CANÁRIO CLUBE DE PORTUGAL E A ORNITOLOGIA

Autor: Carlos Almeida Lima / Juiz OMJ
Colaborador: Pedro Boavida


Editorial

Vários criadores iniciaram o seu passatempo, em conversa informal tem revelado os seus planos de criação e aquisição de aves. Questões importantes param o melhoramento do seu futuro plantel, com investimentos em instalações, e futuros negócios pessoais.
No entanto a crise financeira e austeridade económica, que os nossos governantes nos impõem com mais troikas e mais austeridade, a pergunta que colocamos, não será arriscado investirem no melhoramento dos seus planteis?
Existem criadores, que não perdem a confiança em apostar e expandirem-se, alegando que é nestas crises que temos de apostar, pois continuando como estamos, acabamos por perder. Será assim?
Todo o povo português deseja um futuro melhor, como nós criadores fazemos parte integrante desse povo, não fugimos às responsabilidades.
A esperança é  a ultima a morrer, apesar dos dias começarem a ficarem mais longos.
O LCCP deseja a todos os amantes das aves boas criações e resultados expositivos.
Sumario

• Como selecionar os rowings (marcação do peito do Lizard)
Muda francesa nos periquitos
Criação de bicos de lacre
Sabia que
Devemos acasalar Lizard Dourado X Lizard Dourado
Classificações da 5ª Expo-Show do LCCP
Aves de Africa ( Angola )
Esclarecimento



Como selecionar os rowings (marcação do peito do Lizard)
Ao longo dos anos, os criadores desta esplêndida raça procuram melhorar o aspeto (fenótipo) do lizard, seja a sua forma, tamanho e as marcações peitorais (rowings).
Como sabemos os lizards, nascem com coroas perfeitas ou quase perfeitas, imperfeitas ou com coroa ou quase sem coroa. Com desenho dorsal, com marcações bem alinhadas (spangles) no entanto é difícil ver os lizards dourados, bem marcados no peito ao contrário dos prateados e azuis que aparecem nomeadamente as fêmeas com rowings bem marcados e bem alinhados ( o que permite ao criador facilmente distinguir o sexo das aves.

Com a experiência de anos de criação e da sua seleção podemos chegar as diversas conclusões:
1. Os spangles aparecem em todos os lizards mais ou menos espetaculares. No que diz respeito aos rowings o criador tem que recorrer a uma seleção muito rigorosa, com a finalidade da obtenção dos resultados que pretende. Em face do referenciado o criador põe-nos a questão, como conseguir o melhoramento das marcações peitorais (rowings)?

2. Com uma seleção rigorosa através dos acasalamentos, sem desânimos e com alguma perseverança, a saber :
Seleção da aparência fenotípica;
*Como proceder? Das várias aves que o criador tem disponíveis deve procurar sempre escolher as que apresentam as melhores marcações peitorais.

3. Seleção através da genética :
Como podem calcular este passo por parte do criador é muito mais difícil de alcançar pois nem sempre os resultados são alcançados no imediato.
Torna-se necessário e importante trabalhar através da consanguinidade indireta, como única forma de estabilizar o seu plantel conseguindo introduzir nas nossas aves um aceitável valor genético.
O criador para conseguir e fixar as características genéticas deve utilizar os reprodutores que obteve dos cruzamentos ( ex: Um macho para duas a 3 fêmeas para fixação das características patrimoniais da raça.
4. Como seleção complementar:

Devemos utilizar lizards que nos ofereçam determinadas garantias genéticas, a saber:
- Aves saudáveis
- Tranquilas nas gaiolas
- Robustas
- Apresentem uma plumagem cerrada e sedosa.
- Mudas feitas sem qualquer dificuldade


Desenho do peito e flancos (Rowings )
Devem ser pequenos triângulos largos, escuros e regulares, com vértices em direção à cauda nascem sob o bico e olhos e, prolongam-se até ao início da cauda.
Neste item, o Juiz classificador deve observar a diferença entre um lizard intenso e um nevado. Nestes últimos o grau de exigência deve ser maior. Aves sem qualquer marcação devem ser penalizadas com rigor aves, principalmente os intensos com marcações de pouca nitidez no peito devem ser penalizadas moderadamente.
O tipo ideal de um Lizard requer marcações até ao inicio da cauda. As penalizações a efetuar pelo juiz na ficha de julgamento devem ser proporcionais as deficiências


Muda francesa nos periquitos (Dr,Marc Ryon)


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Etiologia e significado
A BFD ( Budgerigar fledgling disease ) – É uma doença sistemática de periquitos novos caracterizada por diarreia inchaço do abdómen e morte súbita nas crias no ninho e pela “ muda francesa” nas crias recém-desmamadas. Indivíduos adultos não apanham a doença mas podem funcionar como transmissores. A doença é muito frequente na Alemanha. É provocada por um papão-virus pertencente ao subgrupo dos polymovirus. Existem provavelmente variantes do vírus.
• Patogénese  
Uma grande parte dos periquitos adultos são seropositivos suponhamos que estes são transmissores e excretores do vírus . A infeção é feita por meio do pó da plumagem por vezes pelo conteúdo do papo. Suspeita-se também de uma transmissão pelo ovo . Machos seriam mais sensíveis que as fêmeas . O tempo de incubação parece ser curto, só alguns dias.
Em aviários infectados com a BFD a doença pode surgir de repente, após várias criações bem sucedidas, provocando sintomas em 100% das crias no ninho.
Quando pela primeira vez a doença aparece num aviário, a mortalidade torna-se alta. Nos psitacídeos maiores a doença é menos dramática, pois estes só criam periodicamente facto que interrompe o ciclo do vírus por falta de classe etária sensível ( dez dia a quatro semanas )
Sintomas
Em geral, os primeiros sintomas aparecem quando os passarinhos começam a comer e a beber de maneira independente aos 10 – 14 dias, quando começam a crescer as primeiras penas da cauda e as primeiras rémiges.

Em casos híper agudos quase não existem sintomas excepto morte súbita com um típico inchaço azul-vermelho do abdómen.
No caso da BFD ser subaguda manifesta-se assim:

As crias tornam-se menos ativas o abdómen começa inchar com as mudanças de cor típicas e com hemorragias subcutâneas e pouco antes da morte caem as penas. As aves que sobrevivem à segunda fase aguda e as que têm a doença de forma crónica mostram um atraso no crescimento e deficiência nas penas.
Estas deficiências são semelhantes às da “Muda Francesa “estes periquitos muito novos não conseguem voar.
A BFD pode provocar percentagens de mortalidade de 50% a 100%. A “Muda francesa” é um síndroma que pode aparecer nos periquitos novos de 4 a 7 semanas no momento em que estes deixam o ninho. Frequentemente constata-se uma queda simétrica das penas. As penas novas são geralmente mais curtas ou muito finas e frágeis. De vez em quando aparecem quistos.

Lesões
Na autópsia detecta-se principalmente ascite mas também alterações no coração no fígado e nos rins. E por vezes hemorragias internas. Também existem alterações histológicas.
Diagnostico
Por meio de isolamento do vírus ; no entanto isso não é possível em aves só com deficiências de plumagem sem outros sintomas
Tratamento
Um tratamento curativo ou preventivo não é possível. O único conselho a dar neste momento é o seguinte:
Em aviários infetados não é indicado criar mais de uma vez por ano, de tal maneira que não sejam continuamente crias sensíveis presentes nas instalações.
Entretanto os pássaros reprodutores podem desenvolver uma forte imunidade e passar anticorpos maternos às crias. Enfim é aconselhável não introduzir aves novas e tomar estritas medidas de higiene


Criação de bicos de lacre

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É uma ave de pequena estatura apenas 8 cm de comprimento de cor cinzento-acastanhado com tons rosados no peito.
O bico cor de coral tem um prolongamento da mesma cor, isto é , uma faixa que vai até ao ouvido atravessando o olho.
O macho distingue-se da fémea devido ao uropígio ser de tons escuros.
Ambos emitem pequenos sons. Devcm ser instalados numa gaiola com dimensões superiores a 80X40 X40 cm, pois necessitam de espaço para acasalamento e reprodução.
No Inverno devem ter aquecimento equipamento necessário pois trata-se de uma ave dos trópicos sendo o nosso Inverno rude para estas, pois morrem facilmente a baixas temperaturas.
É aconselhável para a postura incluir ninhos de corda como os que se usam para os mandarins, não esquecer a crina de cavalo ou material usado na criação de canários. A sua postura de 3 a 5 ovos levam cerca de 12 dias a incubar sendo esta feita somente pela fémea , estando o macho de guarda a entrada do ninho durante todo esse tempo.
De salientar que enquanto dura a postura cabe ao macho a tarefa de alimentar a fémea.
Importante é não incomodar nem molestar estas aves pois a qualquer momento abandonam a postura.
Quando as crias nascem estas apresentam no canto do bico as papilas fosforescentes para os progenitores encontrarem as crias no escuro.
Esta criação é feita a partir de Outubro sendo o nosso Inverno coincidente com a primavera Afro-asiática em liberdade esta ave em liberdade faz o ninho nos canaviais densos sendo semelhantes aos dos tecelões com apenas uma entrada lateral.
Alimentam-se de grãos de milho painço ou mistura para exóticos rica em vitaminas.
No seu habitat natural o acasalamento e modo de vida é feito em campo aberto onde se encontram em grandes bandos.
Em ambiente doméstico devemos dar papa insectívora na época da criação introduzindo ainda o indispensável ovo cozido e biscoito ralado, pois necessitam de ferro vitaminas e cálcio na sua dieta alimentar. É uma ave dócil e de fácil aclimatização e criação comparável ao dos mandarins seu primo de espécie. Convém estarmos atentos pois a qualquer momento e sem razão aparente deixam de dar atenção aos filhotes acabando estes por morrer.
Por isso o criador deve ter por perto vários casais de mandarins e bengalis para terminar esta tarefa de sobrevivência


Sabia que

• Baycox – É utilizado para o tratamento da coccidiose
• Baytril 10% é um antibiótico de largo espectro que combate diversas doenças
Modo de utilização: 5ml X1 Litro de agua durante 5 dias consecutivos
• EsB3- Combate eficazmente as coccidioses e doenças respiratórias
Modo de utilização : 0,5 gramas X 1 litro de agua
• Ocepou – Pó inseticida para combater o piolho vermelho
• Tylan – Antibiótico eficaz para combater às doenças respiratórias e intestinais das aves domesticas.
- Modo de utilização:  2 gramas X 1litro de agua durante 4 dias
• Fungilin – combate eficazmente as micoses e as gastroenterites  
Modo de utilização : 1ml X1litro de agua durante 10 dias consecutivos



Devemos acasalar Lizard Dourado X Lizard Dourado?


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X


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Desde muito jovem a minha paixão pelos lizards era notória e já lá vai o ano 1958.
Procurei recolher de informação sobre esta espetacular raça o que não era tarefa fácil na época. Toda a informação recolhida recomendava sempre os acasalamentos tradicionais;

Dourado X Prateado
Prateado X Dourado

O porquê?


Os manuais da época previam que os outros acasalamentos fora deste padrão, o criador corriam o risco de prejudicar a plumagem sedosa e brilhante do lizard bem como outros defeitos que posteriormente seriam difíceis de eliminar .

Como todos os criadores sabem o lizard dourado (amarelo) apresenta-se como um canário de cor intensa e o prateado como um canário nevado.

A metodologia do acasalamento do lizard é idêntico aos canários de cor( intenso X nevado) e (nevado X intenso)  .

Nestes acasalamentos dizia-se que no primeiro caso as aves nasciam com plumagens defeituosas, corpos estreitos e cabeça achatadas (forma de lagartixa).
No segundo caso Prateado X Prateado a plumagem era mais volumosa, o desenho dorsal mais largo e a cor de fundo mais opaca (sem brilho).

Depois desta pequena introdução vamos definir o que um canário intenso e um nevado.
Para melhor entendermos como proceder nos acasalamentos:

• Intenso: São as aves que não apresentam na sua plumagem qualquer traço de nevado. A cor lipócromica é uniforme deve chegar a extremidade de cada pena.

• Nevado: São as aves que apresentam as extremidades das penas com um bordo esbranquiçado nítido pequeno e uniforme sobre toda a plumagem.
Seguindo o mesmo raciocínio que empregamos nos canários de cor nos respetivos cruzamentos ou acasalamentos, procurando aves intensas embora apresentam no seu manto ligeira nevadura os chamados canários, na linguagem popular os “semi-intensos” razão me levou a proceder da mesma forma com os canários Lizard.

Escolhi dentro do referenciado aves que fenotipicamente se apresentam como sendo intensas completamente e outras que a fenotipicamente que a sua cor de fundo não era tão intensa, e o seu brilho mais carente e esperei ansioso pelos resultados, aguardado posteriormente a muda da pena.

Passados 3 meses qual não foi a minha surpresa o maior número de canários resultantes do acasalamento Dourado X Dourado, apresentavam uma plumagem cerrada aderente e com um brilho espetacular.
A cor intensa (amarelo) sem qualquer sinal visível de nevadura (shimmel) a cor de fundo apresentava-se como uma tonalidade amarelo vivo que realçava todo o seu corpo, onde salientava uma forma perfeita dentro das normas do standard.

Os Spangles (desenho dorsal ) as meias luas eram mais pequenas e muito bem alinhadas.
Para obtermos sucesso neste acasalamento o criador deve usar aves que apresentem boas características raciais, dentro das normas do standard.
Estes resultados obtidos como experiência foram culminados com algumas aves douradas  premiadas nas exposições do meu clube.

Para terminar na Europa nomeadamente na Inglaterra os criadores ingleses acasalam prateado X prateado com a finalidade de aumentar o tamanho dos canários e a sua forma.
Estes resultados não me surpreendem pois sigo há diversos anos este método ,para melhorar os Lizards Azuis acasalando-os com os Prateados e vice-versa.
Terminando  aconselho os criadores que para seguir esta experiência  como forma de melhorarmos  o Lizard dourado é necessário conhecer ou melhor diferenciar o que é um canário intenso de um canário semi-intenso.


5ª Expo-Show do LCCP – Bombeiros Voluntários da Trafaria
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Individual Dourado Coroa Perfeita ou Quase perfeita

1º J.Oliveira – 92 pontos

2º J.Oliveira -91 pontos
3º J.Oliveira – 90 pontos
Carlos Cipriano – 88 pontos
A.Ventura – 87 pontos
J.Gaspar – 86 pontos
J.Gaspar -88 pontos
J.Oliveira- 88 pontos
J.Oliveira- 89 pontos
D.Gomes – 88 pontos


Equipa Dourada coroa perfeita ou quase perfeita

1º Carlos Cipriano – 370 pontos
2º  J.Gaspar - 362 pontos

Individual Dourado Coroa imperfeita

1º  A. Ventura – 91 pontos
2º J. Gaspar - 90 pontos
3º -----
A.Ventura-  88 pontos
Carlos Cipriano- 88 pontos
J.Gaspar- 88 pontos
J.Oliveira -88 pontos

Individual Dourado sem coroa o quase sem coroa


1º  Adriano Vaz – 92 pontos
2º  J. Gaspar – 90 pontos
3ºJ.Gaspar- 89 pontos
Carlos Cipriano – 88 pontos
J. Gaspar- 88 pontos
D.Gomes- 88 pontos

Equipa Dourado sem coroa ou quase sem coroa
1º  J.Gaspar – 362 pontos
2º------
3º-----


Individual Prateado coroa perfeita ou quase perfeita

1º j.Oliveira- 92 pontos
2º Carlos Cipriano – 90 pontos
3º J.Oliveira – 89 pontos
Adriano Vaz - 88 pontos
J.Oliveira- 88 pontos
J.Oliveira – 88 pontos

Equipa Prateada Coroa perfeita ou quase perfeita

1º Carlos Cipriano – 360 pontos


J. Gaspar – 355 pontos

Individual Prateado coroa imperfeita
1º Carlos Cipriano- 90 pontos


Adriano Vaz- NJ
Carlos Cipriano – 88 pontos
J. Gaspar – 88 pontos
J. Gaspar- 88 pontos
J. Oliveira – NJ
J. Oliveira – 87 pontos

Equipa prateada coroa imperfeita

1º Carlos Cipriano - 370
2º Carlos Cipriano – 366

Individual prateado sem coroa ou quase sem coroa

1º Carlos Cipriano – 89 pontos


Adriano Vaz- 88 pontos
Carlos Cipriano – 88 pontos
J. Gaspar- 86 pontos

Individual Azul coroa perfeita ou quase perfeita

1º Carlos Cipriano – 91 pontos
2º J. Oliveira- 89 pontos

A.Ventura – 88 pontos

Individual  Azul coroa imperfeita
1º Carlos Cipriano- 90 pontos


Carlos Cipriano- 87 pontos
Carlos Cipriano -88 pontos
Individual azul sem coroa ou quase sem coroa.
1º  Carlos Cipriano – 89 pontos



Best Show 2013 da Exposição do LCCP – Adriano Vaz -93 pontos
Best Show Lizard Dourado – Adriano Vaz -93 pontos
Best Show Prateado – J.Oliveira -92 pontos
Best Show Azul – Carlos Cipriano – 91 pontos


Aves de Africa ( Angola )
Angola - Aves da minha infância (Nostalgia)

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Esclarecimento


Ao iniciarmos a publicação de mais um Boletim do LCCP torna-se necessário dar conhecimento que somos um clube independente sem qualquer filiação nas estruturas ornitológicas deste Pais.
Continuamos com a mesma finalidade para que foi criado este clube apenas de divulgarmos e aperfeiçoarmos esta raça uma das mais espetaculares da ornitologia.
Assegurando uma Exposição Anual e a publicação deste boletim informativo com uma regularidade dentro da normalidade que nos é possível .
No entanto temos a lastimar que existem alguns “ queixosos” de ocasião que tudo o criticam e pouco constroem.
Nós, comissão administrativa aceitamos a critica construtiva que nos ajude nas tarefas difíceis que vamos encontrando pelo caminho mas jamais nos deixaremos influenciar pela palavra fácil com o intuito destrutivo.
Este clube será de todos quando com todos podermos contar e nestas condições continuaremos com a nossa tarefa de divulgarmos como até aqui temos feito pensamos com grande êxito dentro e fora do Pais.
Terminamos com o seguinte lema : “POUCO E BOM E QUE FAZER PROMESSAS IRREALIZAVEIS “

Pedro Boavida
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Re: LIZARD CANÁRIO CLUBE DE PORTUGAL E A ORNITOLOGIA - Boletim informativo nº 12

Mensagem por Raquel F em Qui Dez 05, 2013 10:28 am

Muito bom o artigo, sinceramente nunca vi um Lizard de perto gostaria muito de adquirir um no futuro, mas aqui no meu estado não tem.

Raquel F
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